Tradicionalmente existe um conjunto de profissões ligadas à história da Malveira. Actividades enraizadas no modo de vida saloio, transmitidas, ao longo de anos, de geração em geração e que se tornaram elas próprias numa tradição popular ligada ao contexto sócio-económico desta região. Com o progresso e a consequente alteração de hábitos e costumes, essas profissões foram naturalmente desaparecendo (mudando ou tornando-se quase residuais) enquanto actividade económica profundamente envolvida com a subsistência das populações, mas continuaram a ser uma marca antropológica fundamental para a percepção do contexto histórico, económico e social desta região.
Do moleiro à lavadeira, do negociante de gado ao cortador, do cesteiro ao latoeiro, passando pelo tanoeiro, pelo correeiro ou pelo ferreiro, todas estas actividades estão, de uma forma ou de outra, intrinsecamente ligadas à identidade da Malveira e ao seu respectivo desenvolvimento.
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